este blog foi feito para o meu curso de graduação (sistemas para internet na fatec), com o intuito de divulgar tudo que nele me é ensinado.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Designer Universal

O designer universal  é uma disciplina criada por Ronald L. Mace, pesquisador da Universidade da Carolina do Norte, Estados Unidos, em 1997 the center for universal Designer publicou um artigo com os 7 princípios do designer universal, são eles:
  1. Uso equitativo.
  2. Uso flexível.
  3. Uso simples e intuitivo.
  4. Informação perceptível.
  5. Tolerância ao erro.
  6. Baixo esforço físico.
  7. Tamanho e espaço pra uso.

Seguindo esses princípios o designer universal visa atender o maior numero de pessoas, com necessidades especificas diferentes, porém não é possível como o nome sugere atender a todos pois existem diversos casos particulares que exigem diversas adaptações que ainda não são possíveis com as tecnologias hoje existentes.   

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Acessibilidade na web

Quarta feira passada passamos por uma experiência bem diferente durante a aula de acessibilidade, a professora iniciou a aula da maneira usual, e logo anunciou a atividade do dia. Consistia basicamente em utilizar a internet do mesmo modo que portadores de necessidades especiais o  fazem. O primeiro exercício foi utilizar um sintetizador de voz e navegar na internet com um sentido a menos, a visão.  Esse post possui dois relatos sobre esta atividade.

Leny Casagrande

Olhos vendados,  sintetizador de voz ativado, e  foi ai que as dificuldades começaram.  Demorei algum tempo até achar à tecla TAB. À professora havia pedido para encontrarmos uma noticia em um portal de notícias e contar quantas vezes a tecla TAB foi acionada,   fiquei completamente confusa com o sintetizador de voz,  contei umas 70 vezes e logo perdi a conta.

O fato é que provavelmente acionei a tecla TAB  mais de 100 vezes e não cheguei nem perto da noticia. Ao fim do exercício a professora autorizou que tirássemos a venda e fiquei surpresa ao notar que a noticia não estava nem no meio da pagina.   Enfrentei a mesma dificuldade ao tentar acessar  uma rede social, o TAB possuía uma ordem aleatória e era praticamente impossível encontrar o que procurava.

A aula prosseguiu e em cada site que tentava acessar encontrava mais dificuldade, imagens não possuíam descrição, o HTML não estava otimizado, o menu não possuía uma ordem lógica, toda a facilidade que encontro na internet parecia que simplesmente nunca existiu, a dificuldade foi tanta que não sentia vontade de continuar  navegando, coisa que nunca aconteceu.

Depois fomos orientados a amarrar uma das mãos pra simular alguém com mobilidade reduzida, usando somente a palma da mão encontrei diversas dificuldades, porém elas foram bem menores do que as que enfrentei com o sintetizador de voz. Depois de toda essa experiência cheguei à conclusão que muitos chegaram antes de mim,    web está muito longe de ser acessível a todos, a web evoluiu muito nos últimos anos, porém quando o assunto é acessibilidade ela ainda está aprendendo a caminhar.

Wellington Pereira

Ao navegar em sites com os olhos vendados utilizando um software de leitura de tela tive dificuldade para entender o que havia na maioria das páginas atuais da Web. A estrutura das páginas não estava preparada  para uma navegação não visual e isso tornou quase impossível a utilização dos sites.

Quando precisei chegar ao conteúdo de uma página,apertei a tecla TAB por mais de 50 vezes  e não consegui chegar  onde deveria. As imagens não possuíam descrições decentes isso quando elas tinha descrição, links estavam indecifráveis não consegui efetuar uma compra em sites de vendas.Trapaceei tirando a venda para ver onde estava na página, pois em alguns momentos ficava muito confuso com o que o leitor de tela encontrava.

Alguns podem dizer que isso aconteceu por eu não ter costume, mas creio que ninguém sem visualizar consegue entender do que se trata links "012338284882827kdkejdnsj" pois estes softwares de leitura lêem o conteúdo, a linguagem de marcação HTML e se esta não for estruturada de forma acessível não será possível navegar nelas sem enxergar.      

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Microformatos

Microformatos foram criados para adicionar semântica ao documento HTML isso é feito usando atributos específicos como class, rel e ver, os microformatos usam como base os web standarts. Com uso de microformatos fica mais fácil para  determinados programas como por exemplo o outloock de extração de informações como detas horários, e-mail , endereços.  
Microformatos surgiram devido a necessidade de resolver problemas específicos, para serem o mais simples possível, colocando os humanos como prioridade ao invés da maquina,  Reutilizar blocos de código quando necessário utilizados dentro dos padrões para web, e a aplicação em  blocos e trechos especóficos.
Existem dois tipos principais de microformatos o hcard e o hcalendar. O hcard  é uma marcação semântica que serve para publicar informações de contato, seja de pessoas ou de empresas  como por exemplo um cartão de visitas, segue os padrões do Vcard.  O hcalendar também é uma marcação semântica porém como o nome diz serve para publicar informações como datas e horários.Existem diversas ferramentas online que ajudam o usuário a decodificar um microformato.
Exemplo de código hcard
<div class=”street-adress”> rua dos bobos numero 0</div>
  <span class="locality">cidade</span>
  <span class="region">estado</span>
  <span class="postal-code">CEP</span>
Exemplo de codigo hcalendar
<div class=“vevent”>
                <h1 class=“summary”>Evento de anime qualquer</h1>
                <p>o evento vai acontecer nos dias <time datetime="2014-05-30" class="dtstart"> 30 </time> a <time datetime=                 "2013-06-01" class="dtend"> 01 junho  de 2014 </time>              em <span class= "location"> São Paulo </span> e contou  
                (<a class="url" href=“http://www.eventodeanimequalquer.com/”>leia mais</              a>)
</div>



 nesse post o usuário irá aprender como utilizar o hcardcreator disponível no site http://microformats.org/code/hcard/creator
Esta ferramenta possui um designer simples e intuitivo enquanto o usuário digita ele vai automaticamente formando o código e mostra uma prévia de como vai ficar.
A imagem abaixo mostra a parte onde o usuário deve inserir o conteúdo que quer que seu código possua. O botão redefinir limpa todos os campos.E o botão build it  deve ser apertado quando  tudo estiver devidamente digitado nos campos.


A próxima imagem mostra o campo onde o código é definido automaticamente pelo programa, para incorporá-lo ao site do usuário basta apenas copiar o código criado na aba “CODE”,  e incorporá-lo ao código HTML do web site do usuário.

Código gerado pelo site:
<div id="hcard-nome-nome-do-meio-sobrenome" class="vcard">
 <a class="url fn n" href="http://www.site.com">  <span class="given-name">nome</span>
  <span class="additional-name">nome do meio</span>
  <span class="family-name">sobrenome</span>
</a>
 <div class="org">empresa</div>
 <a class="email" href="mailto:emeil@qualqueremail.com">emeil@qualqueremail.com</a>
 <div class="adr">
  <div class="street-address">nome da rua e numero</div>
  <span class="locality">cidade</span>
  <span class="region">estado</span>
  <span class="postal-code">CEP</span>
  <span class="country-name">País</span>
</div>
 <div class="tel">(ddd)000 000</div>
<div><span class="category">alimentos</span></div><p style="font-size:smaller;">This <a href="http://microformats.org/wiki/hcard">hCard</a> created with the <a href="http://microformats.org/code/hcard/creator">hCard creator</a>.</p>
</div>


Este site http://www.microform.at/  serve para descodificar os microformatos para que os usuários possam por exemplo adicionar o contato a sua agenda
A imagem abaixo mostra o layout do site  que ajuda o usuário a adicionar o contato de um determinado site a  sua agenda. No campo verde deve-se inserir o site onde está o contato.
Em Type deve-se selecionar o tipo de microformato utilizado no site, e em outpout pra que tipo de dado o usuário quer converter o código.  
Neste exemplo escolhi um site com hcard e pedi para que os dados de saída fossem HTML(microdata) que serve para a agenda do Windows. Ao clicar em submit um arquivo é gerado e é automaticamente baixado para o seu computador.


Ao abrir o arquivo gerado pela ferramenta microfor.at no Windows 7 a agenda do prorpio Windows já da ao usuário opções de adicioná-lo aos contatos.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Designer Responsivo

Designer responsivo elabora sites que forneçam uma ótima experiência de visualização, fácil leitura e navegação. Para diversos dispositivos. Na pratica é a técnica usada para criar sites que se adaptem a diversos dispositivos (PC, tablet, celular, etc...) .
Um site  responsivo se adapta ao ambiente de visualização usando grades proporcionais e fluídas  imagens flexíveis, e mídia queres   Css3.
Grade fluida basicamente é o conceito que requer que as dimensões dos elementos sejam definidos por unidades relativas como porcentagens.
Media queries permitem que a página use diferentes regras de estilo CSS com base nas características do dispositivo onde o site será exibido.
 Media Types
Eles definem pra que tipo de mídia um  código é destinado, porém não são mais tão utilizados devido a variedade de tipos de media existente hoje, são eles:
·  All: Para todos os dispositivos.
·  Braille: Para dispositivos táteis.
·  Embossed: Para dispositivos que imprimem em braile.
·  Handheld: Para dispositivos portáteis, geralmente com telas pequenas e banda limitada.
·  Print: Para impressão em papel.
·  Projection: Para apresentações como PPS.
·  Screen: Para monitores ou dispositivos com telas coloridas e resolução adequada.
·  Speech: Para sintetizadores de voz. As CSS 2 tem uma especificação de CSS chamada Aural, onde podemos formatar a voz dos sintetizadores.
·  Tty: Para dispositivos que possuem uma grade fixa para exibição de caracteres, tais como: Teletypes, Terminais e também dispositivos portáteis com display limitados.
·  Tv: Para dispositivos como televisores, ou seja, com baixa resolução, quantidade de cores e scroll limitados.

O grande problema com essas definições é que, por exemplo, um Iphone  apesar de ser um dispositivo portátil não é um handheld.
Media Queries
A solução pra esses problemas foi a criação dos media queries,  eles definem condições especificas, que caso aprovadas vão ser renderizadas. Para tanto utilizam operadores lógicos,  or ,para usar diversas mídias com o mesmo código pode ser substituído por “,”  , only, mostra apenas em determinada mídia,  e not, negação, :
Exemplo:
<style  type=”text/css”>
@media all and (not color) {
Body {background-color:gray}
}
 </style>
No código acima foi definido  que pra dispositivos que não possuam cores o plano de fundo será cinza.
Media Features
Media fetures  servem para definir as especificações da exibição do código css. Principais características definidas em media features:
·  width largura.
·  height Altura.
·  device-width largura relativa.
·  device-height altura relativa.
·  orientation varia entre portrait(retrato) e landscape(paisagem).
·  aspect-ratio, razão de aspecto.
·  device-aspect-ratio, razão de aspecto do dispositivo.
·  color descreve o numero de bits por componente de cor de dispositivo de saida.
·  color-index , descreve o numero de entradas na tabela de pesquisa de cores do dispositivo.
·  monochrome, monocromático.
·  resolution resolução em dpi.
·  scan descreve o processo de digitalização de dispositivos de saída de TV aceitando os valores progressive ou interlace.
·  grid usado para consultar se o dispositivo de saída é grid ou bitmap se o dispositivo de saída é baseado em grid o valor será 1 caso contrário o valor será 0.

exemplo para três diferentes tipos de telas
<!DOCTYPE html>
 <html lang="pt-br">
<head>

<style type="text/css">
 body { padding: 15px;
 background:#0099FF;
 font-family:sans-serif }.
 .teste{ border: solid 1px #999; 
 padding: 5px 10px;
 margin: 40px; }



 @media screen and (max-width: 600px) {
 .um { background: white; }
 }


 @media screen and (min-width: 800px) {
 .dois { background: green; }
     }


 @media screen and (min-width: 600px) and (max-width: 800px) {
 .tres { background: red; }
 }

 </style>
 </head>
 <body>
 <h1> teste resolução diferente  </h1>
 <p>Mude o tamanho do seu navegador para ver as mudanças.</p>
  <div class="teste um">esta linha fica branca quando a resolução maxima é 600px</div>
 <div class="teste dois">essa linha fica verde quando a resolução minima é 800px</div>
 <div class="teste tres">Esta linha fica vermelha quando a resolução está ente  600px e 800px</div>


  </body>

</html>

quarta-feira, 26 de março de 2014

Taquigrafia CSS

Taquigrafia CSS

O  uso de taquigrafia facilita a escrita de um CSS (Cascading Style Sheets) limpo,ou seja menos código, o que facilita a manutenção, e faz com que o carregamento da página fique mais rápido.

Background: essa  propriedade pode ser dividida em cinco conforme o codigo abaixo:

<html>
<head>
<style>
body{Background-color: #ff22ff;
Background-image: url(doc.jpg);
Background-repeat: no-repeat;
Background-position: top left;
Background-attachment: fixed;}
</style>
</head>
<body>

</body>
</html>
Utilizando a noção de taquigrafia é possível escrever isso em uma única linha sem alterar o resultado ex:
<html>
<head>
<style>
body{Background: #ff22ff url(doc.jpg) no-repeat top left fixed;}
</style>
</head>
<body>

</body>
</html>

 Border , pode ser definida quanto a espessura, estilo e cor, conforme  código abaixo :
Border: 1px Black solid;

Se o atributo cor for escrito em hexadecimal , o seu valor pode ser abreviado se os 6 valores hexadecimais forem iguais. EX: a cor branca  #FFFFFF,  pode ser abreviada para #FFF.

A propriedade fonte ( font ) assim como a background também pode ser escrita de maneira simplificada. Ex:
Escrita normal:
<html>
<head>
<style>
p{font-weight: bold;
font-variant:normal;
font-size: 30px;
font-family: serif;
font-style:italic;}
</style>
</head>
<body>
<p> Leny Silva</P>
</body>
</html>

Com o uso de taquigrafia:
<html>
<head>
<style>
p{font: italic bold normal 30px serif;}
</style>
</head>
<body>
<p> Leny Silva</P>
</body>
</html>


Margin e padding
 Essas propriedades dizem respeito a posicionamento da  página  e são definidas por top, right, bottom, left.
E pode ser escrita em uma linha seguindo essa ordem.
Margin: 2px, 3px, 5px, 1px;


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Behavioral Targeting

 Behavioral Targeting é uma estratégia que estuda o comportamento das pessoas. Surgiu nos Estados Unidos, onde profissionais de marketing estudavam o comportamento de um subgrupo e montavam estratégias de vendas.

Na internet, as empresas utilizam os rastros deixados pelas pessoas quando visitam os sites. Essas informações são salvas em bancos de dados e são analisadas para criar estratégicas especificas, de vendas ou anuncios.

Uma das estratégias utilizado por sites de vendas é destacar produtos que tenham mais o perfil do visitante. Se ele costuma acessar uma determinada informação, como por exemplo filmes de ficção cientifica , o site destacará produtos com essa temática, melhorando a experiencia do usuário e aumentando sua chance de venda.

Varias empresas tem ferramentas dedicadas nessa área de Behavioral Targeting. entre as brasileiras podemos citar a Navegg e BTBuckets. E entre os sites internacionais encontram-se a Simpli.fi, e LucidMedia.

WikiLeaks e Julian Assange

WikiLeaks é uma organização sem fins lucrativos que libera documentos confidenciais de diversos governos, principalmente do exercito americano em suas operações no Iraque e no Afeganistão. É administrado por The Sunshine Press e sua primeira publicação oficial ocorreu em 2007.
ficou conhecido por publicar materiais confidenciais de governos e empresas. O maior destaque do site, que rendeu sua fama atual foi quando divulgou um vídeo de um ataque de helicóptero americano na ocupação do Iraque, na qual morreram 12 pessoas, entre elas 2 jornalistas da agencia de noticias Reuters. Outra repercussão do site foi a divulgação dos manuais para o tratamento de prisioneiros na prisão militar americana de Guantánamo.


Entre seus fundadores estão, jornalistas, matemáticos, tecnólogos de empresas e  dissidentes chineses.  O site foi montado em vários pacotes de programas, incluindo MediaWiki, Freenet, Tor e PGP, para garantir a confidencialidade das postagens de fontes anônimas. Ele é mantido por doações,de diversas empresas como:  Los Angeles Times e a National Newspaper Publishers Association.

Julian Paul Assange, é um de seus fundadores,  um jornalista, escritor e ciberativista australiano.
 Principal porta-voz do site WikiLeaks. Começou cedo em atividades de crimes digitais, foi declarado culpado por 24 acusações de hacking e foi liberado sob fiança por bom comportamento.

Por causa do site  WikiLeaks,  recebeu diversos prêmios. Amnesty International UK Media Awards de 2009 por divulgar os assassinatos extrajudiciais no Quênia. Index on Censorship do Economist de 2008. Sam Adams Award de 2010. E em 2010 foi votado como das 50 figuras mais influentes  pela New Statesman, ficando em 23º 

Em 2010, após vazar os documentos sobre as operações no Afeganistão, a justiça da Suécia expediu dois mandados de prisão contra Assange, um por estrupo e outro por agressão sexual.  Diversas teorias de conspiração surgiram envolvendo, autoridades suecas e os governos americanos, que processaram o site WikiLeaks por espionagem, ao mesmo tempo  as autoridades inglesas, que anunciou a decisão de extradição de Julian Assange para  a Suécia. Ele encontra-se atualmente na embaixada do Equador, em Londres, após pedir asilo em 2012.